quinta-feira, 5 de julho de 2012

Más notícias e boas notícias...

Más notícias: a Francisca está com a garganta com pontos brancos :(, como a mãe, e, portanto, já está a antibiótico.
Boas notícias: O pediatra ficou muito contente por ela já ter largado as fraldas; a Francisca cresceu (já mede 92.5cm) e engordou (já pesa quase 15kg); como tem o mesmo bicho que a mãe (e eu recuperei níveis de energia/disposição razoáveis), já posso enchê-la de beijos, mimos e outras coisas que tal...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mãe doente, filha doente...

Segunda fiquei presa ao sofá, uma moleza que não sabia explicar, debilitante, mas que me forcei a combater. Terça, começaram as dores de garganta, a moleza perdurava e, de madrugada, veio a maldita febre, que o Ben-u-ron não dava conta (passadas 4 horas já estava com febre alta). Depois de um telefonema para a saúde 24, mandaram-me para as urgências do Hospital e lá fui eu... Diagnóstico: Valente Amigdalite! Tratamento: Injecção de penicilina e paracetamol intravenoso. A noite de terça e a madrugada de hoje ainda foram muito complicadas (febre alta, enjoos...). Mas, aos poucos, sinto-me a melhorar. O pior é que a Francisca acordou com febre, queixou-se da garganta e agora já não faz intervalos de 6 horas de Ben-u-ron, pelo que precisei dar-lhe Brufen (o que não costuma ser um bom sinal). Cheira-me que vai ser mais uma noite sem dormir. Infelizmente, só posso aproximar-me dela com máscara (até saber se temos a mesma maleita não quero arriscar), e ela, que precisa tanto de mimo, vai olhando para mim, enquanto diz que a mãe tem dói-dói. Mal posso esperar para ficar boa, recuperar a minha energia, acima de tudo, mal posso esperar para a encher de beijos, mimos e outras coisas que tal. Amanhã espera-nos o pediatra (vou torcer para que seja só uma virose)... 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Medos...

Já falei por aqui que a Francisca demora a adormecer. Este facto está relacionado, sobretudo, com o medo que ela tem de ficar sozinha no quarto (separação) e com o medo do "barulho" (na hora de ir dormir, os vizinhos ainda estão, naturalmente, acordados e produzem sons, que ela sente como ameaçadores, pelo que são disruptivos). 
Aqui, assumo o mea culpa, porque habituei a Francisca a adormecer no silêncio, ou, então, com o conforto permanente da presença da mãe ou do pai. 
Mas, como lamentar-me serve-me de pouco, estou, aos poucos, a lidar com os medos dela. Como?
Bem, por norma, quando o barulho aparece, tento explicar-lhe do que se trata e que é inofensivo, tranquilizando-a: "Está tudo bem, meu amor. Já passou. É só barulho. Não vai fazer mal à Francisca." De resto, o medo dos sons fortes é muito comum nestas idades, assim como o da separação, entre outros (escuro, médico, animais...). Nunca forcei a Francisca a lidar com um determinado medo, mas também nunca deixei de o abordar, tranquilizando-a e aproximando-a, gradualmente, do objecto do seu receio. Também nunca neguei os seus medos ("Não tens medo, pois não? A Francisca é forte. Não tem medo do aspirador."), ou os desvalorizei ("Não sejas tonta, Francisca. O cão não faz mal.").  
É preciso não esquecer que ter medo é uma coisa natural e que, com a abordagem correcta, estes tendem a desaparecer (por volta da idade escolar). Mais do que a preocupação em fazer com que o medo desapareça, deve existir a preocupação em estar presente para a criança, ajudando-a a lidar com o seu receio, sendo paciente, aprendendo a ouvir e respeitar o seu ritmo. A abordagem deve ser, portanto, gradual e não forçada, mais emotiva do que racional (os medos tendem a resistir à lógica). 
Outras dicas: Como sou muito apologista da leitura, se encontrar um livro que aborde o medo concreto do seu filho e que o possa ajudar a superá-lo, utilize-o (muitas vezes, as personagens encontram maneiras criativas de lidar/ultrapassar os seus medos). Os bonecos também podem ser excelentes aliados, se os fizerem sentir mais seguros (há crianças que preferem a fralda, um cobertor, etc.). Com a Francisca, por exemplo, na hora de ir dormir, utilizamos a fralda e, por vezes, um coelho. 


Fica a receita contra os medos: uma boa dose de paciência, uma medida grande de carinho e uma pitada bem generosa de criatividade.

Outfit do dia...


Jardineiras e T-shirt da Knot

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Arre, burro!

O processo da Francisca largar as fraldas está a correr bem, na verdade, até melhor do que eu esperava. Mas, de vez em quando, o que é compreensível, ainda acontecem "acidentes". Hoje, chegámos a casa, ela encaminhou-se para o cavalo (comprámos o animal numa daquelas lojas de chineses por oito euros e foi das melhores compras que fizemos até à data) e, como é hábito, começou a saltar, enquanto cantava "Era uma vez um cavalo...". Nós aproveitámos e fomos tratar de algumas coisas, quando, de repente, ouvimos aquele som, que aprendemos a identificar porque é reservado para os momentos em que faz xixi nas cuecas (uma mistura de aflição e admiração). Encaminhámo-nos com a devida "urgência" para a sala. Devíamos estar com um ar preocupado, porque ela olhou para nós, para o chão, que patinhou, e disse, enquanto levantava os braços:
-"Não há problema. Não há problema."
Ao que eu respondi: "Há, há, Francisca. Nota-se que não és tu que limpas."
Agora, repousa o cavalo, na banheira, depois do duche...
Pena que eu não possa gozar da mesma sorte (há que limpar a cozinha, estender a roupa, colocar a piolha a fazer as necessidades, lavar-lhe as mãos, a cara e os dentes, mudar-lhe a roupa - o jantar voou para todo o lado hoje, mas aterrou todo no vestido -, vestir-lhe outra vestimenta, arrumar e limpar a cozinha e a sala, e preparar as coisas para amanhã). 
É como eu costumo dizer: "Dá trabalho? Dá! Mas, eu não trocava por nada..."

Outfit do dia...

De vez em quando, vou passar a deixar por aqui um conjunto de roupa da Francisca (a que vou chamar outfit do dia), para que as outras mamãs possam inspirar-se na hora de vestir as suas princesas, ou, quem sabe, aproveitar os saldos (que dão tanto jeito). Espero que gostem...
Vestido e Bolero da Knot

Sugestão de programa para o Fim de Semana...

Como não podia deixar de ser, este fim de semana vou voltar a falar no Festival do Panda, porque se trata do maior evento infantil do ano e porque eles, pura e simplesmente, adoram!
Com o tema "Portugal é fixe!", no palco principal, vão poder ver a Banda do Panda, o Comboio dos Dinossauros, os elefantes Babar e Badou, os Gormiti, o Sid Ciência, o Geronimo Stilton e as Winx, e ainda, no palco secundário, o Max, o Gombby, o Pocoyo e os Amigos Bongo. Há também uma área com insufláveis, pinturas faciais e magic hands (moldes e pintura), entre outras actividades (aulas de futebol, workshops de rádio e reciclagem, pistas de bicicletas, slide e escalada). 
Em Lisboa, são esperadas cerca de 45 mil pessoas, pelo que a segurança é um factor a ter em conta. Como tal, à entrada no recinto, todas as crianças recebem uma pulseira onde fica registado o nome do adulto responsável e o seu contacto telefónico. 
A Francisca e a prima M. vão. De resto, amanhã a Francisca vai ter um dia em cheio, e os pais também, com a ida ao Festival do Panda e a Festa de Fim de Ano. Vai ser, certamente, uma correria, uma canseira, mas estes são os dias que acabam por valer a pena, porque deixam memórias, histórias para contar e rever, porque nos obrigam a sair da rotina...
Para quem quiser um programa diferente, sugiro levá-los a ver a Idade do Gelo 4, já em exibição.
Aqui fica o trailer: