segunda-feira, 9 de julho de 2012

Festa de Fim de Ano da Francisca

Por causa da maldita bicharada acabei por não falar da Festa de Fim de Ano da Francisca, que foi uma verdadeira delícia. A escola não poupou esforços e proporcionou às crianças, e aos pais, momentos de muita diversão, celebração e partilha. A Francisca, apesar de estar muito cansada (afinal, foi no mesmo dia do Festival do Panda), adorou! 
Adorou brincar nos equipamentos do parque infantil (onde a mãe também se aventurou), vestir-se a preceito, cantar e dançar com os amigos, ver as actuações das outras turmas (só não digo que adorou a parte da ginástica porque, por esta altura, já estava tão cansada que mal se mexeu - juro que pareceu-me vê-la à procura de um canto para se encostar e dormir). Mas, foi um sucesso! E eu deliciei-me ao vê-la interagir com os amigos (pequenos e graúdos) e ao observar a reacção dos familiares às actuações dela. Nestes momentos, lembramos-nos do caminho que percorremos, das conquistas que fomos fazendo, e como o tempo passa depressa. De repente, eles já não são os nossos bebés, que apertamos e mimamos quando queremos, passam a ter as suas próprias vontades, o temperamento mais vincado... passam a ter um mundo só deles, à parte do nosso, e nós vemos aquela pequena criatura transformar-se numa pessoa e o nosso peito enche-se de orgulho (e alguma saudade também)! 
Também deixo algumas imagens do local, que tinha uma vista majestosa:

Mãe e filha já estão bem, obrigada!

Pois é, o pior já passou. Foi uma semana complicada. Noites sem dormir, muito mal estar, febres altas, idas às urgências e ao "Sr. Dr." (onde a Francisca voltou a vociferar, bem alto, o seu descontentamento - não adianta tem mesmo medo do pediatra!), a casa por organizar (apesar dos esforços da nossa querida Fernanda - e eu, que tenho a mania das limpezas, vendo as coisas por fazer e a pilha de roupa a crescer, tive de respirar fundo e lembrar-me que tudo isto era passageiro). Agora, a casa até brilha, como eu gosto, mas, muito mais importante, vencemos mais este bicho! Que os outros se mantenham afastados por muito, muito tempo!...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Sugestão de Programa para o Fim de Semana...

... Para este Fim de Semana proponho uma visita à Quinta Pedagógica dos Olivais. Nós já lá fomos e a Francisca e a prima M. adoraram! 
A Quinta foi inaugurada a 16 de Abril de 1996 e possui cerca de 2 hectares. O objectivo é trazer um pouco do mundo rural, e das suas tradições, até à cidade. Sábado e Domingo está aberta das 10h00 às 19h00. Para visitar a Quinta não é necessária marcação e as entradas, e actividades, são gratuitas!
Aqui ficam algumas imagens, nomeadamente, dos animais que eles podem ver por lá:

Para mais informações consultar: http://quintapedagogica.cm-lisboa.pt/

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Más notícias e boas notícias...

Más notícias: a Francisca está com a garganta com pontos brancos :(, como a mãe, e, portanto, já está a antibiótico.
Boas notícias: O pediatra ficou muito contente por ela já ter largado as fraldas; a Francisca cresceu (já mede 92.5cm) e engordou (já pesa quase 15kg); como tem o mesmo bicho que a mãe (e eu recuperei níveis de energia/disposição razoáveis), já posso enchê-la de beijos, mimos e outras coisas que tal...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mãe doente, filha doente...

Segunda fiquei presa ao sofá, uma moleza que não sabia explicar, debilitante, mas que me forcei a combater. Terça, começaram as dores de garganta, a moleza perdurava e, de madrugada, veio a maldita febre, que o Ben-u-ron não dava conta (passadas 4 horas já estava com febre alta). Depois de um telefonema para a saúde 24, mandaram-me para as urgências do Hospital e lá fui eu... Diagnóstico: Valente Amigdalite! Tratamento: Injecção de penicilina e paracetamol intravenoso. A noite de terça e a madrugada de hoje ainda foram muito complicadas (febre alta, enjoos...). Mas, aos poucos, sinto-me a melhorar. O pior é que a Francisca acordou com febre, queixou-se da garganta e agora já não faz intervalos de 6 horas de Ben-u-ron, pelo que precisei dar-lhe Brufen (o que não costuma ser um bom sinal). Cheira-me que vai ser mais uma noite sem dormir. Infelizmente, só posso aproximar-me dela com máscara (até saber se temos a mesma maleita não quero arriscar), e ela, que precisa tanto de mimo, vai olhando para mim, enquanto diz que a mãe tem dói-dói. Mal posso esperar para ficar boa, recuperar a minha energia, acima de tudo, mal posso esperar para a encher de beijos, mimos e outras coisas que tal. Amanhã espera-nos o pediatra (vou torcer para que seja só uma virose)... 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Medos...

Já falei por aqui que a Francisca demora a adormecer. Este facto está relacionado, sobretudo, com o medo que ela tem de ficar sozinha no quarto (separação) e com o medo do "barulho" (na hora de ir dormir, os vizinhos ainda estão, naturalmente, acordados e produzem sons, que ela sente como ameaçadores, pelo que são disruptivos). 
Aqui, assumo o mea culpa, porque habituei a Francisca a adormecer no silêncio, ou, então, com o conforto permanente da presença da mãe ou do pai. 
Mas, como lamentar-me serve-me de pouco, estou, aos poucos, a lidar com os medos dela. Como?
Bem, por norma, quando o barulho aparece, tento explicar-lhe do que se trata e que é inofensivo, tranquilizando-a: "Está tudo bem, meu amor. Já passou. É só barulho. Não vai fazer mal à Francisca." De resto, o medo dos sons fortes é muito comum nestas idades, assim como o da separação, entre outros (escuro, médico, animais...). Nunca forcei a Francisca a lidar com um determinado medo, mas também nunca deixei de o abordar, tranquilizando-a e aproximando-a, gradualmente, do objecto do seu receio. Também nunca neguei os seus medos ("Não tens medo, pois não? A Francisca é forte. Não tem medo do aspirador."), ou os desvalorizei ("Não sejas tonta, Francisca. O cão não faz mal.").  
É preciso não esquecer que ter medo é uma coisa natural e que, com a abordagem correcta, estes tendem a desaparecer (por volta da idade escolar). Mais do que a preocupação em fazer com que o medo desapareça, deve existir a preocupação em estar presente para a criança, ajudando-a a lidar com o seu receio, sendo paciente, aprendendo a ouvir e respeitar o seu ritmo. A abordagem deve ser, portanto, gradual e não forçada, mais emotiva do que racional (os medos tendem a resistir à lógica). 
Outras dicas: Como sou muito apologista da leitura, se encontrar um livro que aborde o medo concreto do seu filho e que o possa ajudar a superá-lo, utilize-o (muitas vezes, as personagens encontram maneiras criativas de lidar/ultrapassar os seus medos). Os bonecos também podem ser excelentes aliados, se os fizerem sentir mais seguros (há crianças que preferem a fralda, um cobertor, etc.). Com a Francisca, por exemplo, na hora de ir dormir, utilizamos a fralda e, por vezes, um coelho. 


Fica a receita contra os medos: uma boa dose de paciência, uma medida grande de carinho e uma pitada bem generosa de criatividade.

Outfit do dia...


Jardineiras e T-shirt da Knot